Redes sociais e sua influência em Campanhas Eleitorais

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Foto Reprodução Serpro

Não é novidade que a internet possui grande poder de persuasão na sociedade. Vivemos a chamada “era da informática” e as redes sociais têm sido palco de notícias e críticas em diversos ramos do nosso dia a dia.

Ao mesmo tempo em que facilita o acesso com o enorme e rápido alcance, a internet tem sido atrativa de divulgação e para o processo eleitoral, não é diferente.

 Muitos candidatos têm dedicado parte de seus dias em manter contato direto com milhões de eleitores através de mídias sociais. As eleições presidenciais de 2018, vencidas pelo candidato Jair Bolsonaro representaram essa influência assim como no último pleito para cargos municipais.

A possível popularidade que a internet pode proporcionar, as mídias também exercem papel crítico durante a campanha e, principalmente, durante o mandato, o que não é de todo ruim, já que através da internet, o eleitor pode se atentar ao candidato e conhecer melhor suas propostas, até mesmo fiscalizar e analisar as decisões tomadas por um candidato já eleito.

Para o mestre em Sociologia Marcello Barra, o comportamento dos internautas foi determinante nas últimas disputas eleitorais, tanto para a postura adotada pelos candidatos quanto no resultado das eleições.

 “Essa forma de agir social, essa politização, foi o que orientou o conteúdo das propagandas e que, também, determinou o resultado da política”, avalia.

 Para ele, isso não é fogo de palha. “Como diria Shakespeare, não é muito barulho por nada. Pelo contrário, a população assumiu o poder nas mãos”

Para 2022 quem pretende se candidatar, independentemente do cargo eletivo, deve dar atenção às mídias sociais, uma vez que na era da modernidade e em tempos de pandemia, é a forma mais eficiente de chegar ao eleitor.

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