Falta de oxigênio pode atingir UTI’s de Tangará da Serra

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Foto Reprodução

Mato Grosso vive o agravamento da crise provocada pela pandemia da Covid-19 e em Tangará da Serra a situação não é diferente. Com o alto índice de ocupação dos leitos de UTI, com os leitos de enfermaria ocupados em sua totalidade, assim como os leitos de UTI privadas onde também já não há mais vagas, o sistema de saúde local pode colapsar a qualquer momento.
Uma situação ainda mais grave, pode atingir Tangará da Serra. A Secretaria Estadual de Saúde (SES MT) admitiu a possibilidade de faltar oxigênio em leitos de UTI em pelo menos 50 municípios. Tangará é um deles.
“A falta ou os baixos níveis de estoque de medicamentos para Unidades de Terapia Intensiva (UTI) é uma realidade em todo o país. As UTIs de hospitais da rede privada e sob responsabilidade das prefeituras também são monitoradas pela SES-MT, para tentar evitar o desabastecimento”, declara o governo.

Veja a nota da SES-MT

Sobre a falta de oxigênio e medicamentos para UTIs, o Governo de Mato Grosso esclarece:

1- A Secretaria de Estado de Saúde tomou todas as providências necessárias para garantir o contínuo fornecimento de oxigênio nos hospitais de sua responsabilidade. Entre as medidas adotadas estão os aditivos contratuais, aumento de reservatórios e diálogo com fornecedor sobre logística. Apesar do consumo 250% maior que a média normal, neste momento, o abastecimento na rede estadual está garantido.

2- Nos últimos 3 dias, dois distribuidores privados de oxigênio, que atendem à aproximadamente 50 municípios, alertaram para a dificuldade de logística, pois o abastecimento das cargas era realizado na cidade de Cubatão, em São Paulo, e foi transferido para o Rio de Janeiro. O fato está causando um tempo maior de transporte e, com isso, risco de desabastecimento. Neste momento não existem veículos disponíveis no país para ampliação da frota;

3- O Governo já acionou o Ministério da Saúde, que coordena a logística de fornecimento de oxigênio no país, para ajudar a restabelecer as condições e garantir o abastecimento nestas cidades. Segundo os dois distribuidores, se for resolvida a logística do local de embarque o problema estará solucionado;

4- A falta ou os baixos níveis de estoque de medicamentos para UTI é uma realidade em todo o país;

5- A Secretaria de Estado de Saúde já realizou compra antecipada destes medicamentos em 2020 e não existe, até o momento, risco de desabastecimento para as UTIs sob sua responsabilidade.

6- O Governo também monitora as UTIs privadas e dos hospitais municipais para ajudar a evitar o desabastecimento.

7- O Ministério da Saúde também é quem coordena, neste momento, todas as ações para tentar garantir o fornecimento desses medicamentos no país.

Governo de Mato Grosso

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